Isso - seja lá o que isso for - está apenas no começo.
Você pode esperar o que quiser, você pode, simplesmente, não esperar nada.
Fazer planos, não fazê-los: não importa.
Não quero que seja nada demais. Quero que seja nada mais do que aquilo que o é - o começo.
Faça com que dure para sempre ou faça com que seja muito rápido; mas faça alguma coisa. Não fique querendo muito que eu faça.
Nós temos tudo em nossas mãos, não temos mais nada, temos tempo ou quase isso. Tudo é passageiro, mas tudo tem (tem de ter) um começo. E é nele que estamos, é ele que temos que fazê-lo nesse instante. E esse instante já passou.
Não nos concentremos mais no trio. Vamos ficar no primeiro deles, que não é por acaso que vem primeiro. Os outros (meio e fim) pouco me interessam.
E como saberemos, você me pergunta meio timidamente, quando deixaremos de estar no começo?
É simples, eu respondo meio sorrateiramente, saberemos quando tudo terminar.
3 comentários:
Gostei dele.
Acho que a palavra tempo fica muito vaga se a gente não pensar em um ritmo. Um compasso marca o tempo - tic tac, no relógio - e o nosso ritmo tem de entrar no compasso do tempo.
Mas se perdermos o compasso, quanto mais correremos o risco de perder?
Oi, Luisa!
É a Bia da PUC. Tudo bem?
Adorei o seu blog, muito fofo. Estou te seguindo com o meu.
Beijos.
gostei muito!!
cada linha do seu blog nos faz pensar.
vc junta letras e com as palavras constrói imagens, pensamentos, poesia...
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